ACTIV-N: Action for Communities in Teleassistance and Integration of Vulnerable populations facing Natural hazards

DESIGNAÇÃO DO PROJETO | ACTIV-N: Action for Communities in Teleassistance and Integration of Vulnerable populations facing Natural hazards    

ENTIDADES PARCEIRAS | European Regions Network for the Application of Communications Technology; Universidade de Vigo; University of Galway; Universidad del País Vasco; Universidade de Santiago de Compostela; NEIKER-Instituto Vasco de Investigación y Desarrollo Agrario S.A.; ATLANTIC PONTE 2000 SL; GIP Gérontopôle Nouvelle-Aquitai; Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, IP (INIAV); Associação Florestal de Portugal; Consellería de Política Social e Igualdade

ENTIDADES PARCEIRAS NÃO BENEFICIÁRIAS | Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA); Diputacion Foral de Gipuzkoa; Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF); Donegal County Council; Inter-University Institute of Geography of the University of Alicante; Regional Directorate for Forest Resources and Spatial Planning; Direção-Geral de Alimentação e Veterinária; Pays Pyrénées Méditerranée

ENTIDADE PROMOTORA | Fundación Andanatura

 

DATA DE INÍCIO | 01-12-2025

DATA DE CONCLUSÃO | 31-05-2028

ORÇAMENTO TOTAL | 2,884,403.48€

ORÇAMENTO DA ADPM | 75 000€

FINANCIAMENTO DA ADPM | 18 750€

ENTIDADE FINANCIADORA | Interreg Atlantic Area

 

OBJETIVOS:

O ACTIV-N pretende tornar a região do Atlântico um lugar mais sustentável e resiliente do ponto de vista ambiental, social e inclusivo. O nosso objetivo é desenvolver atividades que tenham em conta as pessoas vulneráveis no âmbito do planeamento climático e ambiental da região. Assim, procuramos desenvolver ações destinadas a reduzir os riscos climáticos na área de cooperação através da incorporação de novas tecnologias e sistemas inovadores que envolvam as pessoas dependentes e vulneráveis na área de cooperação.

 

ATIVIDADES:

Desenvolvimento de um projeto-piloto centrado na prevenção e adaptação aos riscos associados à seca, através do trabalho comunitário com as populações locais e da colaboração com instituições e entidades relevantes do território. Serão promovidas ações de sensibilização e identificação de vulnerabilidades, participação comunitária e definição de estratégias conjuntas para a prevenção e mitigação dos impactos da seca, com especial atenção às pessoas e grupos mais vulneráveis e os seus recursos.

 

RESULTADOS:

Espera-se aumentar a sensibilização e a capacidade de preparação das comunidades face aos riscos da seca, melhorar a identificação e o apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade e reforçar a articulação entre as entidades locais. O projeto-piloto permitirá testar e validar metodologias e soluções adaptadas ao território, contribuindo para comunidades mais inclusivas, autónomas e resilientes às alterações climáticas.